27 junho 2014

Motivos que levam o cão a comer fezes







Quem pode imaginar que uma dessas fofuras 
pode comer coco!



Motivos que levam o cão a comer fezes

Fome: tendo em vista que as fezes não são repugnantes para os cães, eles podem acabar comendo-as pelo simples fato de estarem fome e não terem alimentos apropriados disponíveis.

Deficiência nutricional: a carência nutritiva no cachorro pode fazer com que ele busque nutrientes nas fezes de outras espécies, que podem ser consideradas pelo animal, até mesmo, como um petisco.

Deficiência de enzimas digestivas e pancreáticas: nestes casos, o fornecimento adequado das enzimas que faltam ao animal já podem resolver o problema.

Má digestão: a ingestão exagerada de alimentos pode fazer com que não sejam digeridos de maneira correta. Com isso, o cocô cheio de alimentos pode se tornar atraente para um cachorro com fome.

Vermes:presença de vermes pode levar o cão a uma deficiência nutricional, desencadeando a coprofagia.

Filhotes recém-nascidos: cadelas que acabaram de dar cria tendem a se alimentar das fezes de seus filhotes para manter o ninho limpo.

Tédio, ansiedade e estresse: esses tipos de sentimento podem contribuir para o aparecimento de uma série de comportamentos estranhos dos cães, incluindo a coprofagia.
Cães que ficam presos ou sozinhos durante períodos muito longos tendem a desenvolver o problema com mais frequência.

Falta de atenção dos donos: o animal pode comer as próprias fezes para chamar a atenção do dono, já que, quando isso ocorre, ele se torna o centro das atenções para seu proprietário (mesmo que seja alvo de reprimendas).

Punição excessiva: quando o cachorro defeca no local errado e é muito punido por isso, pode acabar comendo seu próprio cocô para evitar novas broncas.

Confira, abaixo, algumas dicas valiosas para controlar o hábito do seu pet canino de comer cocô:

Evite deixar que sujeira e as necessidades do cão se acumulem nos ambientes em que ele circula

Evite brigar demais com o cão quando ele urina ou defeca em locais errados, e busque técnicas de adestramento para impedir que isso aconteça, ao invés de ser agressivo com o animal

Mantenha o animal na coleira enquanto ele faz suas necessidades, e o distraia quando terminar para que não busque as próprias fezes

Alimente seu pet com uma dieta balanceada e três refeições diárias, impedindo a carência de nutrientes e a má digestão

Leve seu pet ao veterinário com frequência para a realização de check-ups de rotina

Mostre ao cão que aquele hábito é errado, chamando sua atenção com um alto e sonoro “não” toda vez que ele repetir o comportamento

Crie uma rotina de distrações para o animal sempre que ele fizer suas necessidades; oferecendo petiscos, brinquedos e carinhos para desviar sua atenção das fezes.




15 junho 2014

Escolhendo o tamanho de ração

Hoje em dia encontramos vários tipos de rações em lojas, para diversas raças e para diversos tamanhos e idades.
Muitas vezes as rações de filhotes vêm em grãos que são do tamanho de pequenas ervilhas. Muitos cães de pequeno porte continuam a vida inteira comendo ração deste tamanho a qual chamamos de “small bite”. O ideal seria que os animais comessem a ração de um grão maior, pois assim mastigam mais o alimento.
Já um cão de porte medio ou gigante, muitas vezes não vai se interessar por ração de grão pequeno, portanto precisamos passar o mais rápido possível para uma ração de grão grande chamada “large bite” (do tamanho de azeitonas).
Quanto aos biscoitos para cães, o certo é oferecer o biscoito de tamanho apropriado para cada tipo de cão (pequeno, medio ou grande porte), pois o biscoito é um extra na alimentação e, se oferecermos várias unidades, o animal pode engordar.
Lembre-se de mudar a ração de filhote para adulto a partir dos nove meses de idade. Nos animais de grande porte ou gigantes, muitas vezes optamos para mudar a ração de filhote para adulto aos 12 meses.
Quando o animal vai ficando mais velho, a partir dos cinco anos de idade, novamente poderemos mudar para uma ração mais adequada. Neste momento, o veterinário deverá indicar qual é o melhor produto.

Fonte: http://petcare.com.br/blog

13 junho 2014

Os cães sentem frio?



Com a chegada do outono e do inverno, as temperaturas costumam baixar muito. E, nessas horas, não são apenas os seres humanos que sentem frio, mas os animais também. A sensibilidade ao calor e ao frio depende muito do tipo de pelagem do animal. Nesse caso, os cães de pelagem curta são os mais afetados.
Os caninos podem apresentar sintomas muito parecidos com o resfriado humano, como tosses, espirros, febre e falta de apetite. É possível verificar se um cachorro está sentindo muito frio verificando a temperatura de suas orelhas (principalmente nas pontas). Quando eles estão com febre, o focinho fica quente e seco.
Uma doença muito comum nessas estações é a tosse dos canis. Saiba mais AQUI.
Para amenizar as chances de o seu pet ficar doente, siga algumas instruções:
- Não tose a pelagem do seu pet nos meses de outono e inverno
- Diminua a frequência dos banhos no inverno, principalmente
- Use água morna para lavá-lo
- Ao final do banho, seque-o bem
- Evite dar banhos nele nos dias mais frios
Ao anoitecer, prepare sempre um cantinho aconchegante para o seu pet dormir. Um tapete ou um pano são ótimas opções para protegê-lo. Para os cães que dormem em “casinhas”, verifique se o local não estará úmido por causa de chuvas, por exemplo.
Os cães de rua também sofrem com o frio. Porém, por estarem “acostumados” com o ambiente, possuem mais facilidade em encontrar opções para se aquecer.
As roupas para cães são necessárias? Embora alguns veterinários indiquem proteger os pets com “roupinhas”, esse uso pode apresentar alguns riscos à saúde dos animais de estimação como hipertermia (elevação das temperaturas do corpo), alergias, ácaros e bactérias.
Os animais de pelagem longa e acima do peso não precisam do uso de roupas, pois esses dois fatores já mantêm o corpo aquecido. Os cãezinhos de pouco pelo, caso estejam – realmente – com muito frio, pode-se usar roupas moderadas. No entanto, o mais recomendado é que se deixe o animal livre, preparando apenas um cantinho para ele na hora de dormir, evitando deixá-lo em ambientes abertos ou úmidos.

12 junho 2014

Como lidar com o medo de trovões e fogos de artifício

Fogos em dia de futebol, trovões numa tempestade… Entenda porque tantos cães têm medo de estrondos
Não raro, cães entram em desespero ao ouvir explosões. Babam, tremem e, muitas vezes, tentam entrar em locais pequenos demais para eles ou se jogar pela janela. O estresse pode ser tanto que, no dia seguinte, ficam doentes ou se machucam seriamente. Mas, por que ficam tão apavorados?
Instinto de preservação
Barulhos altos podem significar perigo. Por isso, de maneira geral, os animais tentam fugir de tais sons. Estrondos passam a idéia de que algo grande e poderoso se aproxima, como árvores caindo, relâmpagos, etc. Os antepassados dos cães que mais fugiram desses sons foram os que mais tiveram chances de sobreviver.
Até mesmo dentro de nossas casas um barulho alto pode significar perigo. Imagine um móvel inteiro caindo perto do cão. É de se esperar que ele saia correndo para não se ferir.
Não é dor no ouvido
Muitas pessoas alegam que seus cães têm a audição muito sensível e que, por isso, sons fortes como de fogos e trovões são capazes de causar dor no sistema auditivo. Tá certo que um estampido extremamente forte, em contato direto com o ouvido do cão, possa realmente ter esse efeito, mas é raro isso acontecer.
Apesar de os cães terem ótima audição, não é por dor que ficam assustados. A verdadeira causa é a associação que fazem de perigo com determinado barulho.

Trauma

Sempre que se assusta demais, o cão pode desenvolver trauma. Se um barulho muito forte o apavorar, outros ruídos semelhantes passarão a causar medo enorme, simplesmente por estarem associados ao grande susto inicial. É o que acontece quando um cão começa a tremer e a ficar ansioso com trovões fracos, bem distantes. Há casos em que a umidade do ar, o vento e a mudança da luminosidade são associados com o perigo de barulhos altos. Ou seja, antes mesmo de a tempestade se formar, o cão já pode estar sofrendo.
Cura difícil
Infelizmente, não é fácil resolver esse problema. Mas existem várias dicas para amenizá-lo. Casos de recuperação total acontecem. Não desanime, portanto. Almeje o tratamento e evite submeter o cão a mais sofrimento que o necessário. Proceda com calma e consideração.
Local de confiança e protegido
Muitos cães normalmente escolhem um lugar para se abrigarem quando estão com medo. Se esse for o caso do seu cão, procure respeitar o local escolhido por ele – permita que fique lá. Além disso, se possível, crie um espaço com janelas e portas vedadas – quanto mais a prova de som, melhor -, e acostume o cão a freqüentá-lo.
Se você escolheu o seu quarto, ótimo! Usar um ambiente associado com a sua pessoa vai ajudar bastante a deixar o cão mais seguro. Dentro desse lugar, habitue-o a ouvir sons altos, bem altos, como de TV, rádio ou mesmo um CD de música. Desse modo, quando houver barulho de fogos ou trovões você poderá encobri-los, mesmo que parcialmente. Acostume o cão a brincar e a se divertir naquele ambiente também sem haver trovões ou rojões, para o local não ser associado a barulhos assustadores.
Acostumar aos poucos
Sempre que você e o cão ouvirem um barulho semelhante ao que causa medo nele, comemore com ele – dê petisco, jogue bola, etc. Tenha cuidado para nunca demonstrar que você se assustou com um barulho. O seu papel é ser fonte de segurança – esse exercício só funcionará se o cão se sentir relativamente seguro. Por isso, não se agache para protegê-lo quando houver um estrondo. Para ele, o ato de agachar pode ser sinal de medo.
Um modo seguro de acostumar o cão com barulhos cada vez mais altos é gravar sons de tempestade e de fogos e reproduzi-los em momentos agradáveis. Para ele não ficar assustado, respeite sempre os limites.
Evite novos traumas
Todo o treino pode ir por água abaixo se novos traumas surgirem em decorrência dos ruídos. Considere, portanto, a possibilidade de, no dia de uma grande partida de futebol, na virada de ano novo ou quando mais for necessário, lançar mão de ansiolíticos (medicação tranquilizante). Consulte seu veterinário sobre isso. Antes de usar o remédio diante de estímulos muito estressantes para o cão, teste o remédio. Há possibilidade de o cão ficar ansioso em vez de calmo. Procure também observar se a dose está adequada. Em excesso, o remédio pode deixar o cão desequilibrado ou sonolento demais. Nesse último caso, ele deverá ficar confinado num espaço seguro e protegido de qualquer perigo, já que perambular pela casa causaria risco de bater em algo ou cair da varanda, por exemplo.

fonte:http://www.caocidadao.com.br/

Porque vacinar os cães contra leptospirose

leptospirose é uma doença transmitida pela urina de ratos contaminados para os nossos cães e eventualmente para as pessoas. Para evitar a contaminação temos quevacinar os nossos cães e, no caso da possível presença de ratos, temos que tomar algumas medidas de manejo, como recolher as fezes dos animais, não deixar alimento exposto nos potes ou mesmo armazenar os sacos de ração em local protegido. O controle de ratos é essencial para o controle da leptospirose.
A incidência da doença aumenta nos meses de chuva (verão) devido às enchentes e enxurradas que acabam espalhando a bactéria presente na urina do rato. Assim, mesmo aquela urina que ficava fora da área do cão pode chegar até ele através da água de chuva.
vacinação anual com a vacina polivalente protege contra dois sorotipos (V8) ou quatro sorotipos (V10) mais comuns no Brasil, porém a sua eficácia é somente de 6 a 8 meses. Por esse motivo, animais que vivem em casas ou em áreas com presença de ratos devem ser vacinados a cada 6 meses contra a leptospirose (uma vez junto com a vacina anual e 6 meses depois somente contra a leptospirose).
As outras vacinas continuam a ser feitas anualmente de acordo com a indicação doMédico Veterinário. Lembre-se que cada animal pode ter um protocolo de vacina diferenciado.
Como reconhecer se o seu animal está contaminado?
Sintomas mais comuns do animal com Leptospirose:
- Febre e depressão;
- Perda de apetite;
- Urina cor de “coca cola”;
- Mucosas e pele amareladas;
- Vômitos e diarreia escura
- Incoordenação (cambaleante)
- Necrose de ponta de língua.

Cuidados com seu filhote.



Se você acabou de ganhar, comprar ou achou um filhote de cão e ele está saudável,leve ao Veterinário para os primeiros cuidados. Normalmente esses cuidados se iniciam logo após o desmame em torno de 30 dias como segue abaixo.
1.EXAME DE FEZES : A partir de 25 a 30 dias de idade, SEMPRE antes do início do esquema de vacinação, para identificar diferentes parasitas e escolher o vermífugo adequado, preparando o seu filhote para as doses seguidas de vacina.
2.VERMIFUGAÇÃO: Após resultado do exame de fezes ou antes caso necessário (presença de vermes nas fezes). Pode-se iniciar a vermifugação com 30 dias de idade, repetindo após 15 dias e depois novo ciclo no final do esquema de vacinação. Lembrar-se de que a dose é calculada de acordo com o peso do animal.
3.VACINAÇÃO: Em animais saudáveis e vermifugados, após a introdução ao ambiente definitivo e quando já estiver se alimentando normalmente de ração, evitando sempre coincidir com situações de estresse.
PRIMEIRA DOSE: Em torno de 45 a 60 dias de idade – Vacina Polivalente ( V8 ou V10).
- SEGUNDA DOSE: 30 dias após: Segunda dose da V8 ou V10 e primeira dose da vacina contra Bordetella (Gripe dos Cães).
- TERCEIRA DOSE: 30 dias após: Terceira dose da V8 ou V10 e segunda e última dose da vacina contra Bordetella.
- QUARTA DOSE: 30 dias após: Vacina Antirrábica (dose única). Para alguns animais dependendo da avaliação do Médico Veterinário pode se fazer uma quarta dose da V8 ou V10. A maioria dos filhotes de cães termina o esquema de vacina em torno do quarto/quinto mês de vida.

4.PREVENÇÃO PARA DIROFILARIOSE ou DOENÇA DO VERME DO CORAÇÃO: Iniciar de acordo com o preventivo escolhido, em torno do quarto mês de vida.
5.PREVENÇÃO DE ECTOPARASITAS (PULGAS E CARRAPATOS): Pode-se iniciar a partir de 30 dias de vida de acordo com o produto escolhido e a frequência dependerá da exposição aos parasitas e do produto escolhido.
6.CASTRAÇÃO PRECOCEQuando a opção é pela não reprodução deve-se instituir a castração precoce das fêmeas a partir do quinto mês de vida (quando da troca dos dentes caninos), principalmente para prevenir o tumor de mama. Nos machos teria indicação para evitar marcar territórios com urina ou diminuir agressividade.
7.ALIMENTAÇÃORação de filhotes até 10 a 12 meses de vida (de acordo com a raça), depois desse período inicia-se a ração de adulto.
8.BANHO /TOSADe acordo com a raça e particularidades de pele/pelo, podendo no caso de filhotes sadios iniciar a partir de 45 dias de vida. A frequência dependerá da necessidade.
9.CUIDADO COM DENTES: Deve-se condicionar o seu animal a escovação dos dentes a partir do segundo mês de vida com o intuito de ir se acostumando com a escovação. Cães que escovam os dentes regularmente, normalmente não precisam de fazer o tratamento periodontal eliminado os riscos de anestesia e economizando o custo do tratamento.
10. TROCA DE DENTES: Os filhotes iniciam a troca de dentes de leite por definitivos em torno de 4 a 6 meses de idade, iniciando pelos dentes incisivos (da frente). Nesse período pode ter sangramento gengival, desconforto e coceira nas gengivas além do mau hálito.
Fonte:http://petcare.com.br/