27 abril 2014
26 abril 2014
25 abril 2014
24 abril 2014
Micose em cães e gatos
As micoses cutâneas são doenças
causadas por fungos, e podem ser classificadas, quanto à localização, em
superficiais e profundas.
Em cães e gatos as micoses superficiais
são muito mais freqüentes do que as profundas.
Dentre as micoses superficiais, as mais
comuns são a dermatofitose, que se constitui como zoonose, ou seja, é
transmissível ao homem e a outros animais, e é mais prevalente no gato do que
no cão; A malasseziose, uma levedurose raramente transmissível ao homem, e que
de forma inversa à anterior, é mais comum no cão do que no gato; e a
candidíase, micose que acomete as regiões muco-cutâneas e mucosas, mas
raramente descrita em cães e gatos.
Em termos de ocorrência, a malasseziose
vem em primeiro lugar na casuística dermatológica, e caracteriza-se por perda
de pelame, escurecimento da pele e odor rançoso característico, bem como uma
alteração da pele chamada de liquenificação, que ao toque mostra-se como
aspereza e espessamento das áreas afetadas. As regiões ventrais do corpo, bem
como as dobras e pregas cutâneas, são as mais acometidas, o que confere à ela a
sinonímia de “doença da linha d’água “.
Esta dermatopatia acomete
preferencialmente cães de pelame longo, e vem acompanhada de muita coceira. O
fungo habita na pele e nos meatos acústicos normais do cão e do gato, e se
prolifera em situações onde há excesso de umidade e oleosidade (seborréia),
alergias, sarnas, doenças endócrinas e metabólicas.
Já as dermatofitoses são a segunda micose
em termos de ocorrência, e os felinos jovens são os mais acometidos. Podem ser
adquiridos em pet shops pelo contato com toalhas, pentes, escovas, lâminas de
tosa, bem como pelo contato direto entre os animais. As lesões se mostram
como áreas policíclicas ou circulares de perda pilosa, com escamas e pouco
prurido.
As micoses profundas, por sua vez, são
raras e geralmente graves, e podem acometer outros órgãos além da pele, como
pulmões, sistema nervoso, fígado, dentre outros.
Todas as micoses devem ser corretamente
diagnosticadas e tratadas pelo veterinário, levando-se em conta uma série de
fatores como prenhez, lactação, idade, estado nutricional do animal,
funcionamento do fígado e dos rins, já que os anti-fúngicos são na grande
maioria drogas hepatotóxicas.
Jornal do seu animal Pet News
http://www.thepetnews.com.br/
18 abril 2014
O que é um Groomer?
Os groomers são profissionais especializados que sabem esconder defeitos e valorizar qualidades num animal, tendo como referência a aparência ideal de cada raça. O trabalho é desenvolvido a mais de 20 anos, mas só em 2002 foi regulamentado pelo código brasileiro de ocupações do ministério do trabalho e emprego.
O papel do profissional é cuidar da estética e da saúde do animal, isto é, examinar a condição da pelagem, selecionar o tipo de corte, conforme a raça e estrutura física, além de, desembaraçar e realizar tosa higiênica nas partes intímas, patas e focinho.
13 abril 2014
Vacinas
É comum aquela dúvida crucial sobre quais vacinas de cães são
dadas ao meu cachorro ou quando preciso dar cada vacina para cachorro.
Perguntas muito frequente, mas que podem ser facilmente respondidas com um
esquema de vacinas de cães que mostraremos abaixo.
É muito importante na vacinação para cachorros a escolha de uma
vacina considerada ética, ou seja, uma vacina de uma empresa idônea que, além
de oferecer uma garantia melhor em caso de falha, dará todo o suporte
necessário sobre as vacinas para cães.
Primeiro, vamos conhecer quais vacinas para cachorros estão
disponíveis no mercado. O animal, desde que nasce até os seus 45 dias de vida,
tem a imunidade herdada da mãe, então não precisa tomar nenhuma vacina.
Entretanto, aos seus 30 dias já pode tomar a primeira dose de vacina contra parvovirose.
Aos 45 dias, inicia-se o processo de vacinação de
cachorros oficial. Existem as vacinas polivalentes v8 e polivalentes v10 que
imunizam os cachorros contra boa parte das doenças infectocontagiosas. A famosa
entre as vacinas de cães é a contra raiva ou vacina contra o vírus da raiva,
obrigatória em nosso país. A vacina contra a tosse dos canis, popularmente
conhecida como vacina da gripe. E, por último, completando o ciclo das 4
vacinas para cachorro disponíveis no mercado, a vacina contra giárdia.
Este ciclo de vacinas de cães é chamado de primo
vacinação, iniciado aos 45 dias de idade com a primeira dose da vacina
polivalente v8 e v10. Passados 21 dias, há a segunda dose da polivalente junto
à primeira dose da vacina contra tosse dos canis. Após outros 21 dias, é
preciso tomar a terceira dose da vacina polivalente junto à segunda dose da
tosse dos canis. Mais 21 dias depois, vem a primeira dose da vacina contra
giárdia junto à vacina contra raiva. E, após mais 21 dias, a segunda dose da
vacina contra raiva, encerrando a primo vacinação.
Primo Vacinação:
Aos 45 dias de idade: 1ª dose da vacina V8 e v10
Após 21 dias: 2ª dose da vacina v8 e v10 + 1ª dose da vacina contra tosse dos canis
Após 21 dias: 3ª dose da vacina v8 e v10 + 2ª dose da vacina contra tosse dos canis
Após 21 dias: 1ª dose da vacina contra giárdia + 1ª dose da vacina contra raiva
Após 21 dias: 2ª dose da vacina contra giárdia
Aos 45 dias de idade: 1ª dose da vacina V8 e v10
Após 21 dias: 2ª dose da vacina v8 e v10 + 1ª dose da vacina contra tosse dos canis
Após 21 dias: 3ª dose da vacina v8 e v10 + 2ª dose da vacina contra tosse dos canis
Após 21 dias: 1ª dose da vacina contra giárdia + 1ª dose da vacina contra raiva
Após 21 dias: 2ª dose da vacina contra giárdia
Após 1 ano deste ciclo, deve-se fazer o reforço
anual. Este reforço é mais simples e é realizado com uma dose de cada vacina,
que podem ser dadas no mesmo dia. É preciso repetir o reforço todos os anos da
vida do cachorro.
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